NO DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO, OMS ALERTA SOBRE CIGARRO ELETRÔNICO

29/08/2014


No Dia Nacional de Combate ao Fumo, OMS alerta sobre cigarro eletrônico

A venda e importação do produto ainda é proibida pela Anvisa, mas não o uso. Aparelho é utilizado como alternativa para quem deseja parar de fumar.

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) o principal causador de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que, pelo menos, um terço da população mundial adulta seja fumante, em números a estatística impressiona: 1,2 bilhões de pessoas – entre as quais 200 milhões são mulheres. Em decorrência dessa realidade, o dia 29 de agosto foi escolhido como Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Neste ano, a Organização alerta sobre o risco da utilização do cigarro eletrônico. Mesmo sem ter seu comércio liberado no Brasil, o aparelho já figura em terras brasileiras e tem se tornado uma alternativa comum aos fumantes que desejam se livrar dos malefícios ocasionados pelo vício em cigarro. Entretanto, em relatatório divulgado pela OMS, um alerta aponta para o perigo que o produto pode representar para crianças e adolescentes e, por isso, sugere controle adequado na comercialização do dispositivo até a confirmação de seus benefícios e possíveis efeitos.

O cigarro eletrônico oferece pequenas doses de nicotina, o que o torna diferente do cigarro comum é a ausência da queima do fumo, que inclui substâncias canceríginas derivadas do tabaco. A OMS, porém, considera que, apesar do aparente "benefício" para os fumantes, o cigarro eletrônico pode representar uma ameaça para adolescentes e mulheres grávidas - podendo prejudicar o crescimento do feto.

A Organização ainda adverte que o vapor do dispositivo eletrônico exala algumas substâncias tóxicas e nicotina no ar e que ainda não existem evidências de que o uso do aparelho ajude os fumantes a abandonarem o vício. Portanto, a OMS pede que o uso desse tipo de dispositivo seja proibido em lugares fechados “até que se prove que o vapor que sai deles não é prejudicial para outras pessoas” e que a venda para crianças ou menores de idade também seja suspensa.

Fonte: Hospital de Matão


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